Este é o meu método e o mapa que desenhei. Não um plano fechado — um ponto de partida pra gente decidir os próximos passos.
Você ainda não conhece o método, então começo por aqui. É o que sustenta cada produto, cada funil e cada anúncio que a gente for pensar depois.
O método vive na interseção de três mundos
Identidade e comportamento. Quem ela precisa se tornar pra sustentar o que construiu. O território que ninguém no mercado toca.
Finanças comportamentais. O desejo que decide pra onde o dinheiro vai antes de qualquer planilha abrir. A raiz, não o sintoma.
Estrutura e resultado. A clínica que respira porque a líder decide melhor, não porque ela trabalha mais.
A tese do método é uma só: governar o desejo que move o dinheiro. Faturar mais não cura desordem financeira. Governar o desejo, sim.
Eu não organizo números.
Eu organizo decisões.
O DOMINAS não ensina a ganhar dinheiro. Ensina a sustentar prosperidade. O que ele entrega é clareza, estrutura, segurança emocional e financeira, e autonomia pra decidir sem ansiedade.
Médica ou dentista dona da própria clínica, faturando entre R$50 mil e R$300 mil por mês. Do lado de fora, deu certo. Por dentro, carrega uma insegurança financeira que parece incompatível com tudo que construiu.
A dor dela não é técnica. É comportamental. Ela já trocou de contador, já baixou a planilha, já contratou BPO — e o aperto voltou. Porque a raiz nunca foi a ferramenta. Foi a relação de refém com o dinheiro.
“Se eu parar, tudo desmorona. E mesmo andando, não sei pra onde estou indo.”
O mercado inteiro de gestão de clínica ataca o dinheiro pelo lado técnico. O DOMINAS ataca pela causa. Esse é o fosso.
Precificar melhor. Faturar mais. Mais um procedimento na tabela, mais uma unidade, mais um dia de atendimento. Vendem o pilar do Negócio e o pilar do Dinheiro pelo lado da conta.
O problema: ela já sabe faturar. E o aperto voltou mesmo assim.
O reframe: o problema nunca foi de faturamento. É a relação de refém com o desejo que move o dinheiro. E refém não se liberta faturando mais — se liberta governando.
O terceiro pilar, a Líder, é território vazio. Ninguém está lá.
É por isso que a comunicação inteira lidera pela causa comportamental, nunca pela dor-dinheiro crua. A dor entra como sintoma que o reframe reinterpreta. Essa é a virada que abre o mercado.
Ela entra de graça, prova o método e sobe no ritmo dela. Cada degrau se basta e convida ao próximo — sem empurrão, porque a tese é a mesma em todos.
A isca. Em dois minutos mostra o número que está vazando na clínica e captura o e-mail. A primeira amostra de governo antes de pedir qualquer coisa.
A aula que instala o reframe: por que faturar mais não te liberta. Conteúdo de doutrinação, também serve de porta de entrada em conteúdo.
A base da esteira. As ferramentas que colocam cada número no lugar o ano inteiro: reprecificar, pró-labore, onde o dinheiro vaza. Assinatura anual.
Tudo do Painel, mais 12 encontros ao vivo por ano em que eu leio os números dela na sala. É onde ela para de resolver sozinha. O motor de retenção.
Upsell que aparece só pra quem entra na Mesa. Uma hora individual, uma única vez. Vaga real limitada pela minha agenda — escassez honesta, não fabricada.
Uma leitura do caso, sempre que um número deixar a assinante em dúvida. Sob demanda, entregue pela equipe. O suporte individual que sustenta o dia a dia.
O governo completo, de A Refém a A Mulher de Valor. Venda humana, fora do checkout — fecha numa conversa, vira relação. É onde o método vai fundo.
A escalável (do 1 ao 6) mora no checkout e gera caixa recorrente. O alto ticket (7) é conversa — nasce de uma sessão e vira contrato.
Nem todo mundo entra no mesmo ponto. Quem nunca me ouviu entra por baixo e sobe. Quem já está pronta pode ir direto pro fundo. São dois caminhos, não um.
entra por baixo, prova o método e sobe no ritmo dela
aplicação direta pro alto ticket, sem passar por todos os degraus
Um quiz-roteador na entrada. Ele lê onde a pessoa está — se ainda precisa entender o reframe ou se já está pronta pra ir fundo — e a manda pra porta certa. Ninguém cai no caminho errado.
Não vou abrir tudo de uma vez. Primeiro um teste interno, com a minha própria base. Depois, quando isso estiver firme, o ciclo público.
o teste, com quem já me acompanha
Eu faço esse primeiro. Levo a Masterclass e a esteira pra minha própria base, sem mídia. É o teste que me diz o que converte, onde a mensagem pega e o que ajustar antes de escalar. Aprendo com quem já confia em mim.
quando o teste interno provar o caminho
Com o método validado na base, a gente abre pro público. É aqui que a sua entrada acontece de verdade. Não vou detalhar mídia nesta conversa — esse é justamente o assunto que quero abrir com você. Por enquanto, só o horizonte.
Você já viu o método, os produtos e os dois caminhos. É o meu ponto de partida — não uma decisão fechada. Quero ouvir a sua leitura e desenhar, juntos, o que a gente constrói a partir daqui.